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Tudo e Mais Alguma Coisa

Desde o sobrenatural, ao paranormal... Teorias da conspiração!!

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Lady Bathory


Lady Bathory

Esta é mais uma história comprovada,da existência de outro ser muito cruel,maligno e diabólico,que alguns acreditam ser um vampiro!
Trata-se de "Erzsébet Bathory"[Elizabeth Bathory].
Ela é influência para estudos sobre o comportamento da mente até hoje,e influencia na
literatura, música e se não me engano,em filmes...Uma banda famosa que a idolatra são os "Cradle of Filth",
que já compôs uma música em sua homenagem!

Erzsébet Bathory foi a Condessa que torturou e assassinou várias jovens e, por causa disso ficou conhecida como
um dos "verdadeiros" vampiros da história.
A família Bathory viveu no que conhecemos hoje como Eslóvaquia.
Muitos dizem que ela era húngara, mas isso se deve ao facto de que naquela época,
as fronteiras húngaras não era o que podemos chamar de "fixas" .
Ela cresceu numa propriedade da família Bathory, em Csejthe, a nordeste da Hungria. Quando criança, era sujeita a doenças repentinas acompanhadas de intenso rancor e
comportamento incontrolável.

Erzsébet Bathory experimentou várias crises de possessão.
Nunca podia prever-se quando tal aconteceria.
De repente surgiam violentas dores na cabeça e nos olhos.
As criadas traziam feixes de plantas frescas e narcotizantes, enquanto sobre o lume se preparavam drogas soporíferas onde se iriam embeber esponjas para se
passarem a seguir pelas narinas da paciente. Não se sabe ao certo que tipo de doenças eram nem qual a sua origem.

Em 1574, Erzsébet engravidou de um breve romance com um camponês. Mas, assim que sua gravidez ficou visivel, ela foi escondida de todos, pois estava noiva
do Conde Ferenc Nadasdy, chamado de "o herói negro". Erzsébet se casou com ele em maio de 1575. Como era soldado, o Conde Nadasdy passava a maior parte do tempo
em campanhas, o que fazia com que a Condessa tivesse de assumir os deveres de cuidar dos assuntos do Castelo Savar, propriedade da Familia Nadasdy.
Foi aí que sua carreira maligna realmente começou, com o disciplinamento de um grande número de empregados, principalmente mulheres jovens.
Ela não só punia aqueles que infringiam seus regulamentos, como também encontrava desculpas para as severas punições,
deleitando-se com a tortura e morte de suas vítimas.

Há muitas histórias fabulosas sobre a Condessa Bathory.
Conta-se que com 20 anos, idade em que normalmente se frequentam bailes e recepções na aristocracia húngara, a prima do príncipe Drácula vivia numa quase
total reclusão.
Amantizou-se com o intendente Thorbes, que a iniciou em feitiçaria e que, tendo-a casado com Satanás, teria lhe transmitido os ritos secretos da seita de
 "Ave negra" – sociedade secreta à qual ele pertencia. Esta ordem mantinha estreitas e subterrâneas relações com a Ordem do Dragão de Segismundo da Hungria.
Erzsébet participava das reuniões de magia com Thorbes, com a sua ama, as duas criadas e o mordomo Johannès Ujvary.

Diz-se que certo dia a condessa, envelhecendo, estava sendo penteada por uma jovem criada, quando a menina acidentalmente puxou seus cabelos.
Erzsébet virou -se para ela e a espancou. O sangue espirrou e algumas gotas ficaram na mão de Erzsébet. Ao esfregar o sangue nas mãos, estas pareciam tomar
as formas joviais da jovem. Foi a partir deste incidente que Erzsébet desenvolveu sua reputação de desejar o sangue de jovens virgens.
O Conde Nadasdy não só tomava parte nos actos cruéis da sua esposa como a ensinava novas formas de tortura. Ele veio a falecer em 1604.
Após sua morte, Elisabeth mudou-se para Viena e logo depois, passou um tempo no Solar de Cachtice, o local que foi o cenário de seus actos mais depravados e famosos.

Uma segunda história fala do comportamento de Erzsébet após a morte do marido, quando ela colecionava uma série de jovens amantes.
Logo que enviuvou, dispensou a companhia de sua sogra e dos subordinados do marido, para se entregar tranquilamente aos ritos mágicos ensinados por Thorbes.
Numa ocasião, quando estava em companhia de um de seus jovens amantes, viu uma mulher de idade e perguntou-lhe: "O que vocé faria se tivesse de beijar aquela velha
bruxa ?". O homem respondeu com palavras de desprezo. A velha, entretanto, ao ouvir o diálogo, acusou Erzsébet de excessiva vaidade e acrescentou que tal aparência
era inevitável, mesmo para uma condessa. Diversos historiadores têm ligado a morte do marido de Elizabeth e essa história , a sua preocupação com o envelhecemento e
daí o fato de ela tomar banho em sangue.

Nos anos que se seguiram após a morte do marido, Erzsébet conseguiu uma nova companheira para seus atos sádicos: uma mulher chamada Anna Darvulia, de quem
pouco se sabe. Quando a saúde de Darvulia piorou, Elisabeth voltou-se para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino.
E parece que esta foi a responsável pelo declínio da Condessa pois incentivou a mesma a incluir entre suas vítimas, mulheres da nobreza, em virtude da dificuldade
que Elisabeth estava a ter para conseguir novas criadas (vítimas). Afinal, a fama da Condessa e seu comportamento já eram conhecidos por todas as redondezas.
Em 1609, Elisabeth matou uma jovem nobre e encobriu o facto alegando suicidio.

Em 1610, começaram as investigações sobre os crimes da condessa. Na verdade, era mais por motivos políticos (O Conde Nadasdy havia emprestado dinheiro ao Rei e este
queria se ver livre de tal empréstimo confiscando o latifúndio da Condessa). Porém as suspeitas dos assassinatos dela, eram mais que uma desculpa para concretizar os
planos da coroa.

Outra versão do caso, afirma que em Novembro de 1610, uma das vítimas conseguiu fugir antes de ser condenada à morte. O rei Mathias II, conhecedor do caso, encarregou o
conde Thurzo de investigar as estranhas práticas da condessa. A 30 de Dezembro de 1610 o conde forçou a vedação do castelo de Csejthe.
Na sala grande da torre de menagem, descobriu horrorizado um cadáver em cujo corpo não havia nenhuma gota de sangue, vasos cheios de sangue ainda não coagulado, e
um moribundo barbaramente torturado. Submetido a interrogatório, o mordomo Ujvary confessou ter participado em trinta e sete assassinatos rituais.
Uma tesoura, manejada por Erzsébet Bathory, substituía o punhal sacrifical. Os servos desta estranha missa de sangue recolhiam-no para depois prepararem os banhos
de juventude de Erzébeth cuja aparência jovem, comentavam os juízes, "não podia ser senão de origem diabólica".
Com isso, a 26 de dezembro de 1610, a Condessa Erzsébet Bathory foi presa e julgada alguns dias depois. Em 7 de janeiro de 1611, foi apresentada como prova, uma
agenda contendo os nomes de todas as vítimas da Condessa, registrados com a sua própria letra. No total foram 650 vítimas.

 

Além de sua reputação de assassina e sádica, ainda foi acusada de ser uma "lobisomem" (o termo "werewolf" traduzido do original, não possui gênero) e uma vampira.
Durante seu julgamento, várias pessoas afirmaram que ela mordia o corpo das meninas que torturava. Ela foi acusada então de drenar o sangue de suas vítimas e de
banhar-se nesse sangue para reter a juventude. Por todos os parâmetros, Elisabeth era de facto uma mulher muito atraente.
A condessa confessou arrogante e friamente os seus crimes. Os dois necromantes foram condenados à morte. Arrancaram-lhe as unhas, cortaram-lhes a língua,
espetaram-lhe os olhos e por fim queimaram-nos em fogo lento.

Erzsébet foi condenada a confessar a sua culpa e a ser decapitada. A sentença foi comutada, tendo em vista a sua origem e posição, para prisão perpétua "a pão e água". Veio a morrer em 1614, passados anos, encerrada entre as paredes de uma das salas do seu castelo.
"The Book of Werewolves" registra a lenda básica de uma Condessa húngara que matou suas criadas para banhar-se no seu sangue, uma vez que ela imaginava que esse
tratamento manteria sua pele jovem e saudável. A verdade é que ela assassinou 650 moças para esse fim. (...) O testemunho de centenas de pessoas demonstrou que o
seu uso de sangue para finalidades cosméticas era lenda, mas confirmou que ela de facto matou mais de 650 moças (ela lembra cada atrocidade no seu diário).
A Condessa evidentemente gostava de morder e dilacerar a carne de suas jovens criadas. Um de seus apelidos era "Tigre de Cachtice". Ela torturou (...) também em Viena,
onde possuía uma mansão na rua dos Agostinianos(...), proximo ao palácio real no centro da cidade. Durante o julgamento em 1611, foi confirmado que "em Viena,
os monges arremessavam seus corpos contra as janelas quando ouviam gritos (das jovens que eram torturadas)". Esses monges certamente os do velho mosteiro Agostiniano
defronte da mansão Barthory. No porão, Erzsébet mandou um ferreiro construir uma espécie de compartimento de madeira, ou cela, onde torturava suas vítimas.

Os constantes casamentos entre membros nobres da mesma família na Hungria, destinados a manter as propriedades entre si, podem ter levado à uma degeneração genética;
a própria Erzsébet era sujeita a ataques epiléticos. Também um dos seus tios foi um notório satanista, sua tia Klara uma terrível aventureira sexual e seu irmão
Stephen um bêbado e um devasso.

Conta-se que pouco antes de completar 15 anos, Erzsébet casou-se com Ferenc Nadasdy. Ferenc era tão cruel quanto sua esposa. Quando em casa, distraía-se
torturando presos turcos. Ensinou até mesmo algumas técnicas de tortura à Erzsébet. Uma delas, muito dolorosa, era uma variação do "pé quente",
em que pedaços de papel embebido em óleo eram colocados entre os dedos do pé de empregados preguiçosos, aos quais se ateava fogo, fazendo com que a vítima
visse estrelas de tanta dor e se contorcesse tentando livrar-se do fogo. Erzsébet costumava enterrar agulhas na carne e sob as unhas de suas criadas.
Punha também moedas e chaves aquecidas ao rubro nas mãos das torturadas, ou então, usava um ferro para marcar o rosto de empregadas indolentes.
Também costumava jogar as jovens na neve, enquanto água fria era atirada sobre elas até que morressem congeladas. A jovem era levada para fora sem roupa e seu corpo
esfregado com mel e ela permanecia 24 horas ao ar livre, de modo que pudesse ser picada por mosquitos, abelhas e outros insetos. Ela teria ateado fogo aos pelos
pubianos de uma de suas empregadas. Entre tantas histórias dizem que uma vez ela abriu a boca de uma criada até que seus cantos se rasgassem, enfim, histórias assim é que não faltam, o que torna difícil separar o facto do mito.

 

 

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